O gelo de Lula em Brandão na posse de José Guimarães, em Brasília
O clima no palanque da posse de José Guimarães, em Brasília, foi de um gelo siberiano para a comitiva maranhense. Carlos Brandão, acompanhado de Iracema Vale e do sobrinho Orleans Brandão, experimentou a face mais pragmática da política lulista: a indiferença.
Mesmo sentado a poucos metros do presidente, o governador não conseguiu romper a barreira do silêncio; Lula ignorou solenemente o grupo, frustrando a estratégia do Palácio dos Leões de vender uma harmonia que, na prática, não existe. A tentativa de cacifar Orleans para as próximas disputas esbarrou na ausência de um aperto de mão ou de um registro fotográfico ao lado do chefe da nação.
O recado é claro: as fichas para o Maranhão já estão carimbadas com o nome de Felipe Camarão, visto como o único capaz de sustentar o projeto petista com competitividade real, enquanto o clã Brandão começa a sentir o peso de faturas políticas ainda não quitadas com o Planalto.




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